quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Marketing empresarial: Como o email e redes sociais se complementam


Quando surgiram as redes sociais muitas questões se colocaram, nomeadamente, se esta plataforma iria aniquilar o email. Agora os email marketers aperceberam-se que eles podem integrar os dois canais usando as redes sociais como meio de alcançar objectivos relevantes na área do marketing.

Os email marketers podem ser medidos através do desenvolvimento de campanhas de performance:

1 – Optimizando a procura social no email através de campanhas de acção atractivas para os consumidores,

2 – Garantindo conversas chaves de modo a aumentar a relevância dos emails enviados,

3 – Integrando na mesma ferramenta o email e as redes sociais de modo a descobrir qual o conteúdo que funciona melhor e onde.



Quando usar o email ou as redes sociais?

O primeiro passo para a integração social e email marketing é pensar na mensagem em termos de redes sociais, dado que eles têm origens diferentes. O email marketing é muitas vezes usado para extrair conteúdo, enquanto que as redes sociais surgem mais como um modo de iniciar uma relação com um potencial cliente.



Muitas empresas, de acordo com um estudo da Strong Mail's 2011 sobre o ciclo de vida do email marketing, estão a aperceber-se que esta ferramenta não é de todo efectiva, no entanto, têm consciência que ajuda em certa parte no desenvolvimento do negócio. Neste contexto, 46 por cento admite que já utilizou programas de email marketing de forma automática e 58 por cento afirmou que pretende adoptar este método nos próximos dois anos.


O Marketing nas PMEs

Apesar do uso das redes sociais nas PMEs ter surgido em 2010 – esta é um tendência que continua em 2011 – email e websites da marca estão entre as duas ferramentas mais utilizadas pelo marketing, de acordo com um estudo da Constant Contact.

Depois de questionados os donos das PMEs estes referem que os seus cinco canais de comunicação de eleição são:

1 – Email – 91 por cento utiliza o email marketing;

2 – Websites – 95 por cento tem websites;

3 – Publicidade Online – 69 por cento utiliza publicidade digital;

4 – Redes Sociais – 73 por cento usa pelo menos uma rede social no seu negócio;

5 – Blogs – 43 por cento tem um blog.

No entanto, 73 por cento dos empresários admite que a táctica mais tradicional de se comunicar ainda continua a ser por telefone. Ou seja, as PMEs continuam a confiar no telemarketing e a unir esforços para que este serviço persista.

Em suma, cerca de três quartos dos pequenos empresários (73 por cento) dizem que conduzem eles próprios o marketing nas suas redes sociais e, entre eles, 80 por cento revela que no seu negócio houve um pequeno ou substancial aumento, relativamente ao ano anterior (2010), no que respeita ao seu uso das ferramentas sociais.


Pontos chaves do estudo:

  • O primeiro passo para a integração social e email marketing é pensar na mensagem em termos de redes sociais;

  • O email marketing não é de todo efectivo, no entanto, ajuda em certa parte no desenvolvimento do negócio;

  • 46 por cento admite que já utilizou programas de email marketing de forma automática e 58 por cento afirmou que pretende adoptar este método nos próximos dois anos;

  • Email e websites da marca estão entre as duas ferramentas mais utilizadas pelo marketing;

  • Cinco canais de comunicação de eleição das PMEs são: email, websites, publicidade online, redes sociais e blogs;

  • 73 por cento dos empresários admite que a táctica mais tradicional de se comunicar ainda continua a ser por telefone;

  • As redes sociais estão a ser cada vez mais utilizadas pelas PMEs para dar a conhecer o seu negócio.



Fontes:
http://www.marketingprofs.com/articles/2011/5500/how-and-why-email-marketers-should-integrate-social#ixzz1XolOBIJA, http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5253/more-brands-adopting-lifecycle-email-marketing#ixzz1XvD5PH00, http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5253/more-brands-adopting-lifecycle-email-marketing#ixzz1XvE1atM9, http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5063/small-business-marketing-social-surging-email-still-most-effective#ixzz1XvJ4Yavo


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Experiências interactivas... potenciam novos clientes


Os negócios estão cada vez mais dependentes da sua apresentação e divulgação na Internet. A expansão de um negócio não depende apenas da criação e gestão de um bom website mas igualmente do desenvolvimento de diversas aplicações web, como é o caso do mobile site, web apps e Facebook. Um recente estudo da IBM afirma que os consumidores interagem mais com as marcas através do email, telemóvel e redes sociais. Baseado nesse estudo constata-se que 20 por cento dos consumidores acedem ao email no telemóvel, registando esta ferramenta um crescimento mensal nos últimos cinco meses de 2011. Esta investigação sugere assim que a Internet no telemóvel se está a tornar um dos maiores canais de marketing, principalmente devido ao recurso constante ao mobile site de diferentes empresas, ao email-marketing e redes sociais. Este facto é importante para conhecer como os consumidores interagem com a marca e que ferramentas utilizam para chegar ao consumidor; o que também significa que o conhecimento demográfico do potencial cliente é muito importante.

De acordo com o estudo “Unlocking the Power of Mobile” realizado, em 2011, entre oito mil consumidores de oito países – Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Suécia, Austrália, Coreia do Sul, China e Índia – escolhidos de forma a representar os diferentes estágios de maturação dos consumidores de computadores e telemóveis, é referenciado que em 2013 o telemóvel será o principal meio de acesso à Internet. Além disso, nesta investigação constata-se ainda que, actualmente, 65 por cento dos consumidores acedem à net no telemóvel durante 37 minutos por dia, o que indica uma rápida habituação a este tipo de acesso que se iniciou em 2007. Neste contexto e de acordo com o relatório final deste estudo é passível de se afirmar que as funções de acesso à Internet e dados (49 por cento) no telemóvel já ultrapassa as chamadas de voz (37 por cento) e a tendência é desta disparidade vir a aumentar exponencialmente, num curto espaço de tempo.

Por outro lado, este estudo desfaz o mito de que a Internet móvel é mais usada por consumidores jovens ou profissionais que andam de um lado para o outro, dado que em todos os países, à excepção da Índia, a faixa etária predominante é a dos 25 aos 34 anos e não a dos adolescentes. Além disso, o uso da Internet móvel ocorre em 60 por cento dos casos dentro de casa.


Plataformas mobile:

- Emails

A maioria dos emails já são passíveis de ser lidos nos canais de webmail, ou seja, cerca de 16 por cento das mensagens de emails são vistas nas plataformas mobile, revela um estudo realizado pela Return Path realizado entre Outubro e Março de 2011. O mesmo estudo revela ainda que esta actividade móvel ocorre, principalmente, no início da semana com um aumento da actividade a partir de quinta-feira e que se prolonga durante o fim-de-semana.


- Mapas online

Além do cada vez mais elevado acesso a mensagens de email as plataformas mobile têm apresentado um crescimento exponencial no que respeita ao acesso a mapas online. Ou seja, quase nove em cada 10 utilizadores (ou seja, 89 por cento dos utilizadores) acedem a mapas online enquanto conduzem, revela um estudo da comScore Mobilens Data de Maio de 2011. Outros 17 por cento utilizam esta aplicação enquanto caminham, correm ou andam de bicicleta e 14 por cento para informações de trânsito.


- Redes sociais

A frequência das redes sociais no telemóvel entre os subscritores de telemóvel cresceu cerca de sete por cento em três meses, desde Fevereiro (26.8 por cento) a Maio de 2011 (33.6 por cento), de acordo com um estudo de Maio de 2011 da comScore Mobilens Data.


- Jogos móveis

Os jogos móveis também apresentam uma tendência de crescimento desde o primeiro trimestre de 2011, quando a frequência de jogos móveis aumentou cerca de 10 por cento. Ou seja, desde Abril de 2011, a percentagem de jogadores móveis aumentou nove por cento dos 24,6 por cento que tinha crescido nos três meses anteriores.

Outras actividades móveis com um crescimento notável, ocorreram entre Fevereiro e Maio de 2011, e incluem ouvir música (seis por cento) e ainda fazer downloads de apps (mais de cinco por cento).


Pontos chaves:

    Estudo da IBM revela que 20 por cento dos consumidores acedem ao email no telemóvel, tendo vindo este consumo a crescer nos últimos cinco meses;

  • 65 por cento dos consumidores acedem à net no telemóvel durante 37 minutos por dia constata o estudo “Unlocking the Power of Mobile” realizado em 2011;

  • A Internet móvel é usada predominantemente na faixa etária dos 25 aos 34 anos;

  • O uso da Internet móvel ocorre em 60 por cento dos casos dentro de casa;

  • Cerca de 16 por cento das mensagens de emails são vistas nas plataformas mobile, revela um estudo realizado pela Return Path realizado entre Outubro e Março de 2011;

  • Quase nove em cada 10 utilizadores (ou seja, 89 por cento dos utilizadores) acedem a mapas online;

  • A frequência das redes sociais no telemóvel entre os subscritores de telemóvel cresceu cerca de sete por cento em três meses;

  • Desde o primeiro trimestre de 2011 a frequência de jogos móveis aumentou cerca de 10 por cento.




Fontes:
http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5072/mobile-email-viewing-up-80-highest-toward-weekend#ixzz1VMusWLDV, http://www.marketingcharts.com/direct/freelow-cost-critical-to-mobile-video-apps-18863/, http://www.marketingcharts.com/direct/9-in-10-mobile-map-users-access-while-driving-18361/ , http://www.marketingcharts.com/direct/mobile-social-networking-games-continue-growth-18200/ , http://www.marketingcharts.com/direct/placing-call-top-mobile-campaign-action-in-may-18160/, http://mobileportugal.sapo.pt/em-2013-o-smartphone-sera-o-meio-preferencial-de-acesso-a-internet/, http://www.boasnoticias.pt/noticias_OCDE-Portugal-em-6%C2%BA-na-banda-larga-sem-fios_7031.html

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Marcas entram no jogo - “Gamification”


O termo inglês “gamification” é um conceito utilizado para definir o uso de mecânicas de jogo em aplicações que não são, simplesmente, um jogo, com o objectivo de envolver e motivar o cliente a adoptar este tipo de serviço. Por outras palavras, está a tornar-se cada vez mais rentável tornar divertidas acções que normalmente são consideradas aborrecidas, como responder a pesquisas, ler um estudo na Internet, ir às compras, entre outras.
O aumento da procura de “gamification” com o objectivo de incentivar comportamentos desejados através da aplicação de elementos básicos (por exemplo, aplicar metas, atribuir medalhas, etc), que fazem os jogos serem divertidos e atraentes para coisas que, normalmente, não são considerados um jogo pode-se aplicar a quase tudo, incluindo educação, saúde e trabalho. Esta recente estratégia de marketing (o “gamification”) está, actualmente, a ser aplicada em empresas de todas as dimensões para criar valor no negócio através da interacção entre clientes e colaboradores, promovendo a fidelidade à marca e, finalmente, incentivando-os a comprar.
De acordo com a eMarketer, o mercado de “gamification” irá crescer cerca de dois biliões de euros, em 2015, ultrapassando o seu actual valor de mais de 100 milhões de euros. A Gartner Inc. prevê ainda que, em 2015, mais de 50 por cento das organizações que gerem negócios ligados à inovação irão “gamificar” todos os seus processos com vista ao desenvolvimento e consequente aumento do lucro.
Actualmente, o “gamification” pode ser encontrado, principalmente, online em jogos sociais.

Exemplos práticos:


. O Starbucks com o Foursquare (rede social que funciona como um serviço de geolocalização) de modo a incutir os visitantes a irem às diferentes lojas desta marca,

. A Nike através do lançamento da Nike+ em parceria com o Ipod,

. O Turismo dos Açores em parceria com a Pangemedia Global na criação de dois jogos que permitem aos visitantes tomar conhecimento das experiências que se podem usufruir nesta ilha.

Em suma, o “gamification” está a tornar-se uma das acções mais sofisticadas de marketing e menos parecida com o usual “spam” que poucos ou quase nenhuns utilizadores da Internet visualizam.

Starbucks e o Foursquare: Atento às novas tendências do mercado de marketing, o Starbucks recompensa os seus potenciais clientes e já clientes com pontos virtuais incutindo-os a visitar as suas lojas. Assim, esta cadeia de lojas norte-americanas em conjunto com a rede social Foursquare (rede social criada em 2009, em Nova Iorque, e que funciona como um serviço de geolocalização) permite aos seus clientes fazer “check-in” no seu local de compra através da aplicação no telemóvel. Deste modo, quando o consumidor ganha pontos virtuais (sem valor monetário) o Starbucks oferece uma recompensa (por exmeplo, vouchers), facto que incute o cliente a visitar as diferentes lojas Starbucks e, consecutivamente, a consumir mais produtos.

Nike+ e o IPod: A Nike “gamificou” a prática de exercício físico com o lançamento da Nike+, em 2008. Actualmente, perto de dois milhoes de corredores usam a Nike+ para capturar dados como a distância, passos e calorias queimadas, através de um sensor de GPS conectado ao Ipod. O software da Nike localizado no Ipod poderá ainda recompensar o utilizador se ele percorrer dois quilómetros, por exemplo. Ou seja, depois da corrida, os utilizadores podem ir à Internet e visualizar os seus dados estatísticos, novos objectivos a atingir, quais as mudanças a efectuar no seu plano, jogar online com o seu “alter ego” e ainda conectar-se com os seus companheiros de corrida na comunidade da Nike ou em outras redes sociais. A Nike + permite assim à companhia, através do “gamification”, construir uma vasta e activa base de fãs.

Turismo dos Açores e a Pangemedia Global: O turismo dos Açores em parceria com a Pangemedia Global criaram uma plataforma que permite aos visitantes do website visitazores conhecer um pouco melhor este arquipélago através de dois jogos:
Golf - o utilizador pode escolher em qual campo de golf dos três que existem nos Açores pretende jogar e ficar assim a conhecer melhor um dos espaços que pode visitar quando for a esta ilha e caso seja apreciador da modalidade.
Mergulho – o visitante é colocado no Dori (spot onde se pratica mergulho), nos Açores, e ao longo do jogo é-lhe permitido ir conhecendo a fauna que habita nesta zona e ainda partilhar os seus resultados no Facebook. No final do jogo é ainda facultada uma explicação sobre o Dori ao visitante.

Resultado de uma boa campanha

O “gamification” pode ser aplicado ao mais diversificado conjunto de situações. No entanto, é preciso ter em conta que os utilizadores precisam de ser, constantemente, motivados ou incentivados a alcançar actividades ou acções específicas, pois só assim é possível obter-se uma boa campanha e atingir objectivos como:
- Aumento do consumo de conteúdo promocional;
- Aumento do uso do conteúdo geral;
- Aumento do tráfico individual em sites recomendados;
- Crescimento das visitas por parte dos consumidores.

Como aplicar o “gamification”

Antes de se aplicar o “gamification” numa empresa é indispensável analisar cada negócio individualmente, quais os seus objectivos e como estes vão ser determinados:
O produto tem de ser convincente;
Deve-se perceber bem qual o contexto em que se quer trabalhar;
A longo prazo, tem de se ter consciência que o jogo deve ser desenvolvido de modo a oferecer experiências intemporais;
Um jogo só deve estar no mercado enquanto for interessante para o consumidor;
Deve-se ter consciência de quais os objectivos do negócio e como estes vão ser determinados.


Fonte:http://www.bunchball.com/gamification/gamification101.pdf,http://www.dica1.com.br/tag/gamification/, http://www.sigamidia.com.br, http://www.benzinga.com/media/11/05/1091609/mlb-partners-with-startup-bigdoor-next-step-in-gamification-invasion

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Como utilizar o Twitter para os negócios


O Twitter pode acrescentar muito valor a um negócio dado que é um excelente meio de comunicação e de marketing. Esta rede social tem sido, constantemente, utilizada por grandes empresas para divulgar as suas marcas, através de constantes actualizações, sempre ligando o consumidor a uma página onde possa encontrar mais informações sobre o serviço ou produto oferecido. Além disso, o Twitter tem-se mostrado um óptimo instrumento para o fortalecimento das marcas no ambiente virtual, dado que agrega os seguidores que recebem as actualizações enviadas pelas empresas.
Esta rede social oferece não só informação útil e recursos que atraem as pessoas para os seus negócios e sites como também ajuda no desenvolvimento e interacção de relações com os consumidores na Internet. Em suma, o principal negócio do Twitter está em conhecer potenciais clientes, construir uma relação com os mesmos e mantê-la.
O Twitter quando é utilizado com o fim empresarial representa sempre a companhia como um todo. Ou seja, mantém o consumidor informado sobre os eventos e produtos/serviços que a empresa fornece; promove artigos e notícias recentes do blog; dá informações em tempo real sobre conferências e eventos e ainda oferece ao consumidor apoio nos serviços que disponibiliza. Neste contexto, pode-se afirmar que a plataforma Twitter não só ajuda a desenvolver um negócio mas como a incrementá-lo e a fidelizar os seus clientes através de um conjunto de serviços que fora do mundo virtual teriam um custo muito elevado e, consequentemente, capaz de ser suportado por poucas empresas.
Promoção no Twitter
Esta plataforma online – o Twitter - é uma das mais poderosas redes sociais para qualquer tipo de negócio, dado que:
1 – Desenvolve e promove a marca;
2 – Permite a interacção com os clientes;
3 – Permite saber o que se diz da marca ou companhia;
4 – Deixa que se crie buzz em redor de eventos ligados à marca e/ou companhia;
5 – Ajuda ao desenvolvimento de negócios de trabalhadores individuais e de pequenas e médias empresas;
6 – Promove conteúdos incluindo blogs;
7 – Desenvolve relações directas com os bloggers e jornalistas.
Atrair novos seguidores e aumentar a procura
Os usernames da companhia devem ser fáceis de encontrar e até mesmo de memorizar,
Deve-se criar uma página com a lista de pessoas que têm Twitter na empresa, de modo a dar a oportunidade aos clientes de interagirem apenas com uma só pessoa. Isto ajudará a conhecer quem trabalha na empresa e a transportá-los para dentro da marca,
Deve-se ter a informação sobre o Twitter disponível na página do blog e site para as pessoas poderem partilhar no seu Twitter,
Deve-se procurar tornar os Tweets úteis para as pessoas que precisam, dado que nós somos o que tweetamos,
Deve-se evitar fazer do Twitter uma conta puramente promocional,
Deve-se interagir com as pessoas que seguimos e que ainda não nos seguem. Dar feedbacks, elogiar as pessoas é importante. Aliás, a chave do sucesso do Twitter é a persistência para incentivar os outros a seguirem-nos também,
Deve-se seguir pouca gente ao mesmo tempo para dar credibilidade e não afectar, negativamente, a decisão das pessoas nos seguirem.
Como usar esta plataforma para Marketing
Deve-se conduzir as pessoas para o site da companhia através do Twitter,
Deve-se monitorizar a marca no Twitter através de uma pesquisa sobre o que as pessoas dizem da companhia,
Deve-se utilizar os “favoritos” do Twitter para criar uma lista dos testemunhos da companhia,
Promover eventos e campanhas,
Estabelecer-se como um líder na sua indústria.
Utilize o Twitter para o serviço ao cliente
Deve-se responder sempre a todas as dúvidas que preocupam as pessoas sobre a sua companhia e produtos/serviços,
Utilizar a conta da sua companhia para manter informados os clientes sobre supostas mudanças temporárias,
Certificar-se que segue toda a gente que segue a sua companhia,
Não se deve enviar auto-mensagens para alguém novo que o siga ou à sua companhia.
Em suma, o sucesso mundial do Twitter é tão grande que, tanto o Google como a Microsoft, mais especificamente o Bing, entraram em acordo com esta rede social para que os tweets postados, diariamente, pelos milhões de usuários desta rede social, apareçam nos resultados dos seus motores de busca. Dado esta afirmação, actualmente, ter e actualizar, constantemente, esta plataforma online é tão ou mais importante do que a empresa ter um site oficial.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Websites – o combustível para o desenvolvimento empresarial


Cerca de 45 por cento das empresas norte-americanas apresentaram um crescimento notável na segunda metade de 2010 e mais de 76 por cento afirma que os seus websites contribuiram significativamente para este facto, revela um estudo da IBM realizado a 3.370 profissionais dos Estados Unidos, de 13 de Janeiro a 31 de Março de 2011.

Actualmente, a maioria das empresas foca a sua estratégia de negócio num serviço ao cliente personalizado contribuindo assim para o seu sucesso. De acordo com este estudo é passível de se constatar que os websites têm um papel cada vez mais preponderante no crescimento das empresas, desde meados de 2010, esperando-se uma evolução ainda maior este ano.

Das empresas inquiridas ressaltam as seguintes conclusões:
88 por cento diz que o website contribui para o seu crescimento, em comparação com 76 por cento das restantes empresas;
42 por cento afirma que o website aumentou a sua receita (versus 18 por cento das companhias);
53 por cento revela que ter um website com livre acesso permitiu-lhe novas oportunidades de mercado (em oposição a 48 por cento das restantes companhias);
54 por cento diz ainda que o website as ajudou a servir melhor e mais eficientemente os seus clientes (versus 46 por centos das outras companhias);

Em suma, em 2010, das companhias que reportaram um crescimento notável, 78 por cento diz que se focou mais no serviço ao cliente e na retenção de estratégias, enquanto que 56 por cento citou competir mais agressivamente nos seus nichos de mercado e 34 por cento apostou mais na oferta de novos produtos/serviços. Neste contexto, actualmente, pode-se afirmar que as novas oportunidades para desenvolver um negócio encontram-se e desenvolvem-se junto das novas ferramentas de comunicação digital, tal como o website.

Fontes:http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5452/websites, http://www.marketingprofs.com/articles

terça-feira, 6 de setembro de 2011

52% vê vídeos online

Durante muitos anos, a televisão foi o único meio de publicidade capaz de alcançar uma escala nacional de audiências, hoje a situação é diferente. No mercado globalizado e competitivo, é fundamental para qualquer empresa fidelizar o seu nicho de mercado, utilizando as ferramentas de marketing da forma mais eficaz e eficiente. Além disso, a experiência certifica o vídeo institucional como uma das plataformas com maior taxa de sucesso.


Apesar de ainda ser considerado uma novidade no mercado da comunicação empresarial, o uso do vídeo tem conquistado e fidelizado as empresas onde é experimentado dado à sua versatilidade, credibilidade e confiança que gera junto do seu público-alvo. O vídeo permite, assim, à empresa focar-se mais no seu nicho de mercado através da produção e realização de vídeos corporativos e/ou publicitários que podem ser colocados no site, blog e redes sociais da empresa.


Uma ferramenta em crescimento

Um recente estudo da IPG Media Lab revela que os vídeos online captam, actualmente, grande parte da atenção por parte dos consumidores, dada a elevada e constante utilização dos computadores, laptops, telemóveis 3G, Internet, entre outros meios. O consumidor conquistou hoje o seu espaço e controla-o, sendo o crescimento do vídeo online inquestionável. Hoje, é o consumidor que decide como, quando e onde quer visualizar um vídeo e se o mesmo é ou não apelativo e credível para si - “É interessante, eu gosto, eu compro” - e não a empresa ou a grelha de programação dos canais televisivos. Assim, ao contrário da crença popular esta ferramenta não está limitada a um grupo etário ou somente a um classe social, antes pelo contrário, a sua penetração é massiva e está em profunda evolução.



De acordo com uma pesquisa feita pelo eMarketer, em Junho de 2011, a utilização de vídeos online cresceu 40 por cento, em 2010, e espera-se que, no corrente ano alcance os 52,1 por cento de utilizadores. Corroborando este dados, um outro estudo realizado pela Yahoo Insights, em Maio de 2011, a 4.100 utilizadores de vídeo online, revela que a receptividade nos vídeos realizados por profissionais aumentou, entre 2009 e 2011, principalmente, na área dos vídeos publicitários, onde houve um crescimento de 36 para 45 por cento, e nos vídeos corporativos (subiu de 12 para 19 por cento).



Pontos chave do estudo:

  • Utilização dos vídeos deverá crescer 52,1 por cento até ao fim de 2011;

  • Receptividade na área dos vídeos publicitários aumentou de 36 para 45 por cento, entre 2009 e 2011.


Em suma, o vídeo online é um sucesso sem precedentes, cuja evolução não se prevê que estagne nos próximos tempos dado o crescimento e desenvolvimento das ferramentas e tecnologias no sector da comunicação digital.


Fontes:http://www.yume.com/sites/default/files/YuMe_Online_Video_Attitudes_Whitepaper.pdf, http://edlee.ca/2011/06/29/creating-original-content/, http://www.marketingprofs.com/charts/2011/5367/online-video-viewing-surges-but-ad-receptivity-varies#ixzz1SAqPFRgw