quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Cimeira web 2.0
O estudo apresentado, na passada terça-feira, pela reputada analista Mary Meeker é um instrumento de trabalho que nenhum profissional da área dos Media pode dispensar. Numa linguagem simples e acessível, a especialista da Morgan Stanley protagonizou um dos momentos altos da Web 2.0 Summit que se realizou em S. Francisco.
As 10 questões colocadas ilustram, na realidade, o actual estado de arte da indústria dos conteúdos online e permitem, igualmente, um vislumbre das mudanças que o futuro próximo irá trazer. Fica-se a saber, por exemplo, que Portugal está em 21º lugar no Top 30 mundial do mercado de acesso móvel à internet. Este é, aliás, um mercado em forte expansão. Estima-se que em 2012, o número de smartphones ultrapasse a nível mundial, pela primeira vez, o volume de computadores, no acesso à internet. No Japão, por exemplo, o número de acessos móveis às redes sociais já superou, largamente, o convencional acesso do pc. Uma evolução extraordinariamente rápida que ocorreu em pouco mais de três anos.
A elevada rapidez das mudanças ocorridas nos últimos anos é, aliás, uma das matérias mais interessantes e com impacto maior no mercado mundial. Veja-se, por exemplo, a relação entre a percentagem de tempo dispendido pelos consumidores nos Media versus o investimento publicitário de cada meio. Em 2009, no mercado de referência dos Estados Unidos, a imprensa tem 12% de atenção dos consumidores face a um investimento publicitário de 26%. Estes valores continuam a revelar uma dupla tendência: os consumidores lêem cada vez menos jornais no formato convencional e os anunciantes continuam a reduzir o investimento na imprensa. Na rádio, o cenário é ainda pior. Com 16% do tempo dispendido pela generalidade dos consumidores, apenas colhe 9% do investimento comercial. Números que também não escondem a tendência de descida generalizada face a anos anteriores. A televisão também não escapa. Embora continue a ser o meio com maior índice de audiências, está muito longe dos valores atingidos há cinco anos. Em 2009, apenas atinge 31% das audiências e viu reduzido o investimento publicitário para os 39%. O único meio que continua a subir é a internet que atinge já os 28% do tempo dispendido pelos consumidores e que vê aumentar para 13% o investimento publicitário. Para a Morgan Stanley parece não haver dúvidas: existe uma oportunidade de negócio de cerca de 50 biliões de dólares na internet.
As 10 questões colocadas ilustram, na realidade, o actual estado de arte da indústria dos conteúdos online e permitem, igualmente, um vislumbre das mudanças que o futuro próximo irá trazer. Fica-se a saber, por exemplo, que Portugal está em 21º lugar no Top 30 mundial do mercado de acesso móvel à internet. Este é, aliás, um mercado em forte expansão. Estima-se que em 2012, o número de smartphones ultrapasse a nível mundial, pela primeira vez, o volume de computadores, no acesso à internet. No Japão, por exemplo, o número de acessos móveis às redes sociais já superou, largamente, o convencional acesso do pc. Uma evolução extraordinariamente rápida que ocorreu em pouco mais de três anos.
A elevada rapidez das mudanças ocorridas nos últimos anos é, aliás, uma das matérias mais interessantes e com impacto maior no mercado mundial. Veja-se, por exemplo, a relação entre a percentagem de tempo dispendido pelos consumidores nos Media versus o investimento publicitário de cada meio. Em 2009, no mercado de referência dos Estados Unidos, a imprensa tem 12% de atenção dos consumidores face a um investimento publicitário de 26%. Estes valores continuam a revelar uma dupla tendência: os consumidores lêem cada vez menos jornais no formato convencional e os anunciantes continuam a reduzir o investimento na imprensa. Na rádio, o cenário é ainda pior. Com 16% do tempo dispendido pela generalidade dos consumidores, apenas colhe 9% do investimento comercial. Números que também não escondem a tendência de descida generalizada face a anos anteriores. A televisão também não escapa. Embora continue a ser o meio com maior índice de audiências, está muito longe dos valores atingidos há cinco anos. Em 2009, apenas atinge 31% das audiências e viu reduzido o investimento publicitário para os 39%. O único meio que continua a subir é a internet que atinge já os 28% do tempo dispendido pelos consumidores e que vê aumentar para 13% o investimento publicitário. Para a Morgan Stanley parece não haver dúvidas: existe uma oportunidade de negócio de cerca de 50 biliões de dólares na internet.
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Com este blog a Pangemedia Global cria mais um espaço de divulgação das novas tendências do mundo digital. Somos assumidamente um projecto de New Media. Neste espaço procuraremos divulgar as últimas desta área, em português e inglês.
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